Um casal mais velho viaja para Nápoles, a poucos quilômetros do Vesúvio, vulcão em que um parente do narrador teria caído. O mistério dessa queda persegue o protagonista até a velhice: esse parente caiu? Se jogou? No mais, a viagem correria tranquila não fosse uma pergunta feita ao narrador e que tira seu chão. De repente, ele está de volta ao Rio de Janeiro: a viagem ocorreu? Está ocorrendo ainda? Neste engenhoso romance sobre memória, afeto e perda, o autor combina o suspense com a mais fina investigação psicológica.Um casal mais velho parte em viagem. O plano é dar um giro pela Itália, e a jornada começa justamente em Nápoles, a poucos quilômetros do Vesúvio. O vulcão tem uma simbologia especial para o narrador, ligada a uma lembrança de infância que nunca o largou. Quando era criança, no Rio de Janeiro, ele ouviu de sua mãe uma história peculiar: um tio dela teria caído no Vesúvio décadas antes. O mistério dessa queda persegue o narrador até a velhice. Ele caiu? Se jogou? Como alguém morre num vulcão? O fato de estarem agora em Nápoles propicia a ele a oportunidade de uma sorrateira investigação, talvez ligada aos pesadelos recorrentes que vem tendo nos últimos tempos. A viagem correria tranquilamente não fosse uma pergunta feita ao protagonista por sua mulher. A indagação, simples em sua natureza, desorienta o narrador, tirando seu chão. De repente, ele não está mais na Itália, e sim de volta ao Rio de Janeiro com seu neto. A viagem ocorreu? Está ocorrendo ainda? Em que momento do passado (ou do futuro) ele se encontra? Quem é o impostor? Neste engenhoso romance sobre memória, afeto e perda, Edgard Telles Ribeiro combina o suspense com a mais fina investigação psicológica. Misto de jogo de espelhos e labirinto, O impostor é um drama sutil sobre a lembrança e o agora, e uma evidência do lugar único que o autor ocupa na literatura brasileira.Um casal mais velho parte em viagem. O plano é dar um giro pela Itália, e a jornada começa justamente em Nápoles, a poucos quilômetros do Vesúvio. O vulcão tem uma simbologia especial para o narrador, ligada a uma lembrança de infância que nunca o largou. Quando era criança, no Rio de Janeiro, ele ouviu de sua mãe uma história peculiar: um tio dela teria caído no Vesúvio décadas antes. O mistério dessa queda persegue o narrador até a velhice. Ele caiu? Se jogou? Como alguém morre num vulcão? O fato de estarem agora em Nápoles propicia a ele a oportunidade de uma sorrateira investigação, talvez ligada aos pesadelos recorrentes que vem tendo nos últimos tempos. A viagem correria tranquilamente não fosse uma pergunta feita ao protagonista por sua mulher. A indagação, simples em sua natureza, desorienta o narrador, tirando seu chão. De repente, ele não está mais na Itália, e sim de volta ao Rio de Janeiro com seu neto. A viagem ocorreu? Está ocorrendo ainda? Em que momento do passado (ou do futuro) ele se encontra? Quem é o impostor? Neste engenhoso romance sobre memória, afeto e perda, Edgard Telles Ribeiro combina o suspense com a mais fina investigação psicológica. Misto de jogo de espelhos e labirinto, O impostor é um drama sutil sobre a lembrança e o agora, e uma evidência do lugar único que o autor ocupa na literatura brasileira.