Aos vinte e poucos anos, Clarice planejou sua vida cheia de viagens, conquistas, amores, filhos, tatuagens e realizações. Quem nunca fez planos? Quem nunca idealizou o futuro com metas até previsíveis? Mas a vida nem sempre acontece do jeito que a gente quer e o tempo da vida foi um pouco diferente do que Clarice havia planejado. Bom, ruim, ou só diferente? Neste romance, Clarice fala sobre liberdade e quebra de paradigmas e apresenta a frustração das expectativas que criou para si mesma com muito humor, mau humor e densidade, através de um grande bate papo, capaz de tirar boas risadas, sorrisos e lágrimas. Ao contar sua história, Clarice se aproxima do leitor de forma bem reflexiva, fazendo-o sentir as inquietações naturais, quase ilustradas desse tal autodescobrimento em tempos modernos. Trabalho, amor, família. Família, trabalho, amor. Ou seria amor, família, trabalho? Será que a ordem das palavras altera a felicidade?