Guilherme da Costa Ferreira Pignaneli é um desbravador. Deixou Curitiba e foi para Porto Velho para Tentar a sorte como advogado. Foi, viu e venceu. Tornou-se advogado de sucesso, competente e dedicado. Levou junto sua amada, Amanda. Em solo distante, mas promissor, construíram uma vida, uma família. Empreendedor que é Guilherme enfrentou um mestrado, o MINTER entre a Pontifícia Universidade Católica do Paraná e a Faculdade Católica de Rondônia, estudou e sempre inquieto, aventurou-se novamente em um período de pesquisa na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde concluiu a pesquisa e redigiu boa parte da dissertação que deu origem a esse livro. O tema escolhido reflete o empreendedorismo e a coragem do Guilherme, para enfrentar um tema complexo, que é o uso das estruturas judiciárias para ajuizamento de ações frívolas ou desnecessárias. Apresentou conceitos para essas duas hipóteses, apontou exemplos, e ao final concluiu que o princípio do acesso à justiça pode apresentar um paradoxo, que é a liberdade de acesso causar a morosidade e dificultar a própria justiça que se pretende obter. Lembrando sempre que justiça tardia nada mais é do que injustiça institucionalizada (Rui Barbosa). A comunidade jurídica recebe com felicidade essa obra inédita e arrojada.