Num momento que se caracteriza pela universalização radical do mercado e por um horizonte negativo em termos de emancipação, o que pode efetivamente a estética? Situando-se simultaneamente aquém e além das discussões habituais e das polarizações que costumam opor os modernos aos pós-modernos, este livro intervém para deslocar o debate, restabelecer as condições de sua inteligibilidade e pensar a articulação entre as maneiras de fazer arte, as formas de visibilidade dessas maneiras e suas relações.