Através da história o homem reverenciou o pênis como o seu “mais precioso ornamento”. Ainda assim, de forma ambivalente, o pênis sempre foi fonte das suas mais profundas neuroses. Será que as mulheres o consideram, no estado ereto, ridículo em sua essência? Por que um homem não pode estar seguro de que sua ferramenta vai se erguer e desempenhar quando ele comanda? Se e quando ele se recusa a funcionar, de forma definitiva, o que pode ser feito para remediar a situação? E existe, claro, a questão do tamanho... Quão grande é grande? Quão pequeno é pequeno? Qual é a média? Onde cada homem se encaixa? Possuir um pênis, segundo Sófocles, é estar “acorrentado a um louco”. Um Rabisco de Deus examina em profundidade a relação esquizofrênica entre o homem e esse louco – e a relação conjunta desse estranho par com o sexo feminino.