O livro trata do cinema paulista de 1958 a 1981, analisando um conjunto de “cineastas do entre-lugar”, mal acomodados na história do cinema brasileiro, situados entre o Cinema Novo, a Boca do Lixo, o Cinema Marginal, os cineastas “universalistas” e o grupo Farkas. Caroline Gomes Leme destrincha suas trajetórias e obras, construídas de forma assimétrica, entre o cinema de autor e a indústria cultural. Analisa sua especificidade e estabelece diálogo com outros filmes e cineastas. Seu livro torna-se referência indispensável para compreender a produção paulista e o próprio cinema brasileiro.Marcelo Ridenti