Separar o mundo dos negócios da natureza, da vida e principalmente das pessoas tem se tornado, cada vez mais, algo muito difícil e complicado. As organizações, de uma maneira geral, não consideram o ser humano em sua totalidade ao formularem as premissas pelas quais devem se orientar. Administrar um negócio, uma empresa ou uma organização, exige muito mais do que uma simples abordagem racional, lógica e até mesmo emocional. Outros aspectos do ser humano, como a sua espiritualidade, sua capacidade de transcender as dimensões restritas à sua personalidade e às esferas conscientes, representam uma grande contribuição para esse dilema das organizações nos dias atuais. A natureza criativa do ser humano é uma fonte ilimitada de inspiração para a resolução de seus diversos problemas, entretanto, essa capacidade não é explorada pelas empresas por razões que vão desde as questões de ordem administrativa e até de algumas formas de preconceito. Quais seriam as visões que as empresas deveriam adotar em relação ao ser humano? Por que as empresas ainda estão presas a um modelo administrativo do século passado, da era industrial? Que tipo de liderança as organizações precisam adotar em um mundo em que os valores éticos, morais e espirituais estão, cada vez mais, sendo colocados de lado? Quais são os fatores que realmente motivam o ser humano? Como essa motivação pode ser aplicada ao seu ambiente de trabalho? Como podemos fazer uma ponte entre a era do conhecimento e a da sabedoria e transformar líderes empresariais com uma visão criativa e educadora? Essas são algumas das questões que este livro se propõe a responder, apresentando uma alternativa para os problemas que afligem o indivíduo moderno na sua relação com o trabalho.