Esse livro possibilita a reflexão sobre a posição do surdo em nossa sociedade e sobre as diversas formas de se (re)conhecer a diferença, algumas impregnadas de equívocos os quais estão/são perpetuadas ainda hoje na forma como (re)significamos o surdo e a surdez e, em conseqüência, nos modos de atuação dos diversos profissionais, tanto na escola como na clínica. Pela leitura do livro é possível, também, resgatar um momento da história da educação dos surdos, sempre pontilhada por conflitos e controvérsias, e observar o apagamento das línguas de sinais, tratada como algo inferior que deveria ficar fora da sala de aula.