Esta obra estuda a minimização dos danos pelo credor no direito contratual brasileiro. É comum ouvirmos que, havendo o não cumprimento de um contrato, o devedor deve indenizar os prejuízos sofridos pelo credor. Ocorre que, sob ponto de vista diverso, o autor questiona se se deve atribuir esse encargo apenas ao devedor, uma vez que, em seu modo de entender, o credor pode também ser responsabilizado por parte desses prejuízos, na medida em que este, às vezes, até deixou de amenizar, ou não se esforçou em mitigar os prejuízos causados inicialmente pelo devedor. Para tratar desta e de outras questões controvertidas, o Autor explora e questiona o problema à luz dos direitos dos países estrangeiros, em específico da "common law" e dos romano-germânicos.