Engels traça um paralelo entre as lutas camponesas de 1525 com as lutas de 1848 e 1849, principalmente no que se refere à traição da pequena burguesia. O pano de fundo do trabalho é a paciente afirmação sobre a necessidade de os trabalhadores se apresentarem como força revolucionária autônoma, para não se diluírem nos caminhos da revolução burguesa. Presos à contradição entre as condições favoráveis para a ação revolucionária e a ausência de condições históricas e materiais para levar à frente uma superação de caráter socialista, os camponeses alemães mergulham em um "dilema insolúvel".