"Deus não chama anjos para resolver problemas de homens. Em última instância, escolhe homens para orientá-los a resolvê-los! Aqueles predestinados os utilizam para manifestar os seus desejos. Mestre Hilário, por certo, desconhecia seus poderes paranormais, relatados por muitos que o conheceram, porém tinha consciência de que era instrumento de Deus a serviço do bem. O autor, como ele mesmo confessa, sentia desconforto em não ver o reconhecimento do bem protagonizado pelo seu avô, o que lhe estimulou e motivou escrever esse livro. Vejamos o exemplo do Mestre dos Mestres que curou vários e apenas um se dignou na atitude de reconhecimento. O fazer o bem ao próximo, nada mais é que repassar esse bem recebido. A escrita do autor, além do valor histórico, narra fatos que somente a Deus pertence, serve, espiritual e materialmente para levantar o lençol da reflexão sobre quem somos, por que aqui estamos e qual será o nosso futuro." - Moisés Martins, Membro da Academia Mato-grossense de Letras.