A obra propõe a observação dos Direitos Fundamentais como uma diferenciação funcional do sistema jurídico. Com esse escopo, apresenta as matrizes analítica e hermenêutica e a sua incapacidade de fundamentar o sistema jurídico em tempos de hipercomplexidade como o atual. É tecida uma reconstrução do conhecimento científico que culmina com a apresentação da hipótese sistêmico-autopoiética como uma nova epistemologia a suprir a falta de embasamento do sistema jurídico.